Outros Vídeos

PostHeaderIcon Reality shows: será que devo assistir?

Vi esse texto e gostaria de compartilhar com vocês, ele mostra um pouco do que penso e sinto no momento em que somos convidados a ser tão egoístas e a não pensar um pouco mais.

 

           A sensação é de que brincam com nossos instintos

     “Se você acha que o José deve ser eliminado disque 0800 tra-la-lá, tra-la-lá. Mas se você acha que o eliminado deve ser o Mané disque 0800 tre-le-lé, tre-le-lé. Decida quem será o eliminado desta noite”.

    Não sou um rapaz tão velho, também não sou novinho, mas nos últimos anos, nunca ouvi tanto – sobretudo na TV – o verbo “eliminar”. Talvez levaram para a telinha uma cultura que há anos o ser humano vem fazendo com o seu próximo, o que me leva a recordar uma máxima de Tomas Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.

    Cá entre nós, não sei mais que reflexão fazer dos programas de televisão como os “reality shows”, que a cada dia mais confinam pessoas em casas, fazendas e ônibus, como a única alternativa de atrair os telespectadores e arrecadar milhões dos patrocinadores e do público. Mas penso também que esses programas são apenas expressão de uma sociedade que já não reflete.

    A sensação é de que zombam de nossos sentimentos e brincam com nossos instintos. Você se torna o pré-adolescente que ficou lá atrás, aquele mesmo que espiava a vizinha pela janela todos os dias, buscando algo diferente. Mas agora a janela é a sua sala, e você não está sozinho, pois ao seu lado está sua filha, seu filho, seu(a) esposo(a), seus netos…

    Não importa a cena, se é de briga com palavrões e “piiii” ou algo se mexendo debaixo do edredom, não importa se há uma criança na sala ou um idoso, você está curioso e não pode esperar a próxima oportunidade para dar uma “espiadinha na casa”. Semana a semana, o seu telefone se torna como a “maçã do paraíso”, quase impossível de resistir: “disque agora mesmo e decida quem será o eliminado da semana” diz o apresentador de TV com uma trilha sonora estilo Alfred Hitchcock de fundo.

    Tenho a sensação de que estão se referindo a algum tipo de animal selvagem, briga de galo, corrida de lebre, mas não, se trata de seres humanos desesperados por dinheiro e fama tal qual as crianças da Somália por um prato de comida.

    Conteúdo do programa? Não existe, pois querem a excitação dos instintos, da curiosidade, do que há de pior em nós. Você vai do céu ao inferno de capítulo em capítulo. Vira carrasco de si e dos outros a cada 0800. Pouco a pouco se torna parte da cultura da eliminação. Valores como perdão, amabilidade, mansidão e amor ao próximo se evaporam como chuva de verão em chão quente. Você se diz cristão, mas quando assuntos como aborto, eutanásia e pena de morte são expostos, já está lá, no seu inconsciente, um princípio de eliminação, e não fica difícil aceitá-los.

    Você vê uma criança desnutrida debaixo de um viaduto, em um semáforo ou lixão, e nem imagina que também ela é fruto de um telefonema: “Basta ligar no 0800… o custo é de R$… por minuto”. Diz o apresentador zombando do seu senso de compaixão.

    São programas tipo “reality shows” que esvaziam a nossa inteligência e provocam em nós uma imbecilidade crônica. Estão nos ensinando o bê-á-bá da burrice e da indiferença.

    E você? Já eliminou alguém hoje?

    “Com 43% dos votos o eliminado desta noite foi….”. Diz o apresentador da TV em nossas vidas.

    Daniel Machado

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12647

 

PostHeaderIcon Espírito ou consumismo natalino

O cristão é chamado a ser luz para os povos, mostrando em tudo que faz sua verdadeira alegria: Jesus Verbo encarnado de Deus

Estamos acostumados a ver o Natal apenas como um encantável menino que sorri (ou chora). E então a única motivação que se pode vir é o retorno à inocência verdadeira da infância. Mas esta infância muitas vezes é confundida com uma transferência de sentimentos ou situações confundidas e marcadas ao longo da nossa história. Ou seja, no Natal, queremos nós muitas vezes voltar a ser crianças, no atraente mundo das compras e gastos, onde a desculpa, ou o culpado, é sempre o famoso “espírito natalino”.

Eu sempre me perguntei, quem é este famoso espírito natalino que sempre enche as lojas, os shopings, os magazines? Como pode alguém se aventurar em mergulhar num “mar de gente”, por exemplo, os grandes centros de uma cidade como São Paulo, na rua 25 de março, nas últimas horas antes da ceia natalina? Realmente ele é muito bondoso, pois sempre dá presente para todos e principalmente para nós mesmos. É ou não é verdade que motivados pelo espírito natalino queremos ficar mais bonitos, mais bem vestidos, mais cheirosos, mais fofinhos, pois queremos comer bem e melhor… e tantas outras coisas, que fazem parte do mundo encantado das crianças.

Voltemos ao presépio de Belém. Ali, muito mais que a falta das coisas materiais, o verdadeiro espírito natalino se fez pobre, para que os pobres pudessem ser ricos. Não neste mundo, mas herdeiros do verdadeiro tesouro que não passa: o Reino dos céus. Com isto eu não estou dizendo que não podemos nos presentear com um natal cheio de coisas belas, mas convidando a conhecer mais profundamente quem é este espírito natalino.

A primeira coisa que posso dizer é que este espírito natalino não está nas lojas, não está nas festas, não está na ceia, não está na roupa nova ou no sapato novo. Então onde está este espírito natalino para que o possamos conhecer?

Com certeza ele está no coração de cada um que reconhece que o natal só terá sentido se for cheio de, primeiramente gratidão por um Deus que, amando tanto a pessoa humana, se fez pessoa. A gratidão nos leva à um segundo sentimento, a partilha. A partilha não é apenas uma troca de presentes feita no popular “amigo secreto”. Mas é um saber presentear. Não com aquilo que o outro quer, mas com aquilo que o outro precisa. Por exemplo, tem tantas pessoas ao nosso lado, às vezes na nossa própria casa, que muito mais que um par de sapatos novos, precisaria de um abraço de reconciliação. Do sentimento que nos leva à partilha, nasce uma postura, aquela da comunhão.

Muitas vezes, no natal temos mais comunhão com as pessoas que estão conosco nas filas gigantescas das grandes lojas, do que com Aquele que realmente nos chama à verdadeira comunhão, que nada mais é que um pertencer a um Outro, e isto experimentamos maravilhosamente na Missa de natal. Esta comunhão com Deus, nos convida à uma comunhão com os irmãos. Que sentido tem dar um monte de presentes frios para todos, se não sou capaz de dar o calor do meu coração aos irmãos?

Com algumas destas pistas podemos buscar conhecer o verdadeiro espírito do natal, que vai muito além do chamado consumismo natalino. O cristão é chamado a ser luz para os povos, mostrando em tudo que faz, sua verdadeira alegria: Jesus Verbo encarnado de Deus

Padre Anderson Marçal Moreira – Comunidade Canção Nova

PostHeaderIcon Tudo depende só de mim.

    “Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
    É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
    Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
    Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
    Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
    Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
    Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
    Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus.
    Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
    Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
    O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
    E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
    Tudo depende só de mim.”

Charles Chaplin

PostHeaderIcon Formar consciência crítica

O papel evangelizador da Igreja é despertar as pessoas

Uma das grandes preocupações da Igreja, no seu papel de evangelizar, é despertar nas pessoas, principalmente cristãs, a capacidade de olhar e agir de forma livre e consciente. Nos momentos de decisão, muitos têm sido manipulados, comprados e vendidos, prejudicando a sociedade.

Tendo em vista essa realidade, a Pastoral Fé e Política e as entidades organizadas devem criar espaço de discussão, de debates, de troca de experiências e manifestação de compromisso em âmbito de comunidade. Assim, ajudarão a identificar verdadeiras e autênticas lideranças que poderão ter o apoio de todos.

Na verdade, não podemos continuar como está. Estamos preocupados com os legislativos municipais em toda a região; com o nível de suas autoridades. Elas, em muitos casos, não correspondem à pujança dos municípios. Com isso vemos o privilégio de pessoas e grupos prejudicando a coletividade. Podemos até sentir que os “maus” políticos ficam “abusando” do brio do povo.
Cada dia que passa as coisas ficam piores. O nível, em vez de melhorar, vai caindo vertiginosamente. É lamentável que isso aconteça. Ficamos nos perguntando: onde estão as nossas boas lideranças? Elas não existem mais, ou existem e se escondem na omissão. Elas devem ser acordadas ainda em tempo!

A história passa e urge atitudes concretas de quem está vendo tudo isso. As próximas eleições municipais não demoram a chegar. Será momento de votar de novo. Será que vamos nos deixar levar pelos mesmos erros? É hora de acordar.
A Lei N. 9840, contra a corrupção eleitoral, trouxe alguns relevantes resultados positivos. Pelo menos fez com que candidatos e eleitores agissem com mais cuidado e até diminuindo o nível de corrupção. Apesar dos bons resultados, a Lei não atingiu o auge de seus objetivos. Isso depende da atuação de todos nós.

Agora temos a Lei da Ficha Limpa. É mais um instrumento de ação popular que poderá ser burlada pelas lideranças mal-intencionadas. Mas isso não vai acontecer se deixarmos clara a nossa disposição de fiscalizar. Esse instrumento é mais um dado de esperança do povo no sentido de passar a limpo a identidade dos nossos políticos, cobrando deles autenticidade.
Como temos sentido, a melhoria do processo eleitoral e político depende da ação popular. O povo precisa estudar e discutir política com seriedade, não se deixando manipular no momento de ir às urnas. A consciência livre revela a voz de Deus presente nas pessoas.

Alguns dados são importantes. Entre eles está a formação da consciência crítica, da formação política, que é conseguida por intermédio dos espaços formativos. Consciência tal em que a pessoa não venda a própria liberdade e sua capacidade de decisão.
Por isso são importantes os fóruns de discussão, de estudo e de formação de critérios. Não basta, apenas, esta preocupação. Temos de identificar candidatos em quem realmente podemos confiar. Não só isso, mas também acompanhá-los em sua gestão.
Não estamos em ano eleitoral, mas o trabalho formativo não pode ficar para os últimos momentos. As verdadeiras escolhas devem começar cedo, com bastante antecedência, para assim errarmos menos.

Enfim, não podemos continuar apáticos politicamente. Isso vem acontecendo ultimamente entre nós. Não nos deixemos influenciar por maus políticos. Vamos trabalhar para fazer jus à esperança que ainda nos resta.

Dom Paulo Mendes Peixoto – Bispo de São José do Rio Preto – 01/09/2011 – 08h20

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12474

PostHeaderIcon Programa Arte em Foco com Ricardo Telles

    O programa Arte em Foco com Ricardo Telles é um programa de artes e idéias e apresentará as diversas vertentes artístico-culturais da cidade de Anápolis e região pondo em evidência seus vários conceitos de diversas tendências culturais.

    Espaço para os artistas e profissionais do cenário artístico-cultural de nossa cidade, discutirem assuntos pertinentes à cultura, seja local, regional ou nacional, podendo até mesmo fazer outras ligações com outros seguimentos como educação, história… 

    O Arte em foco com Ricardo Telles será pautado na valorização dos artistas e seu produto (música, livro, arte cênica, poesia, interpretação, dança…) bem como informações responsáveis a cerca da arte como um todo. 

    O programa será apresentado todos os domingos as 12:00 no canal 5 da NET.

    E será reapresentado:

    Terça as 16:00

    Quinta as 20:30

    Sábado as 16:00